Spike Lee confirmado como o diretor da versão americana de Oldboy

E com isso, acho que já podemos oficializar o gênero cinematográfico “versão americana”, né?

Com o advento dos novos tempos, obras artísticas e de entretenimento de diversos países e culturas foram facilmente difundidos entre o grande público. Hoje, com quase nenhum esforçor, qualquer um pode ler Battle Royale ou assistir a Trilogia das Cores, por exemplo. É natural que o grande pólo do entrentenimento mundial hoje, Hollywood, se interesse pelo material de qualidade que surja por aí. Ora, se alguma coisa é boa e fez sucesso, porque não “fazer sua versão” e pegar carona nisso?

A verdade seja dita: poucos estúdios no mundo podem produzir filmes com a verba que os estúdios de Hollywood dispõem. Dinheiro nem sempre significa qualidade, vide Transformers: A Vingança dos Derrotados, mas dinheiro nas mãos certas pode significar obras-primas. Hollywood é capaz de bancar adpatações incríveis de grandes obras de outros países. Aquele lugar é como um buraco negro artístico gigante. Eles vão mesmo sugar tudo que der lucro. Eu mesmo já ouvi falar em adaptações de Death Note, Akira, Cowboy Bebop e mais uma ou duas obras.

O problema é que, em alguns casos, a obra original é tão boa, que uma adpatação perde o sentido. Por exemplo: Spike Lee foi confirmado como diretor da adaptação de Oldboy. Segundo o presidente da Mandate, estúdio que é responsável pela adaptação, “É uma grande honra colocar este projeto tão especial na mão de um escritor talentoso e também de um diretor icônico”.

Muita gente tem chiado com a notícia porque Oldboy já é muito bom. O único mérito de uma adaptação é caprichar na produção e conseguir vender a história pra um número de pessoas maior do que o original coreano conseguiu. Sendo lançado, pra maiores de 18, tudo como deve ser, é um investimento válido, mas as chances de dar errado são maiores.

Obviamente, ainda não há nenhuma informação sobre o filme, mas assim que houver, a gente informa.

/Games

O futebol além dos campos

/Séries & TV

The Handmaid’s Tale – Review – 1ª Temporada

/Séries & TV

Agents of SHIELD – Review – 4° Temporada

/Séries & TV

Desventuras Em Série – Crítica – 1° Temporada

/BananaBooks

Resenha de Como Tatuagem, de Walter Tierno

/BananaBooks

Resenha de Além-Mundos, de Scott Westerfeld