Review | White Collar 3×05: “Veiled Threat”

  Leandro de Barros  |    segunda-feira, 11 de julho de 2011

“Veiled Threat” se encaixa na minha teoria sobre a qualidade das séries: se uma série consegue proporcionar bons episódios totalmente sem relação com a trama central da temporada, então a série tem muito potencial.

“Veiled Threat” se encaixa na minha teoria sobre a qualidade das séries:  se uma série consegue proporcionar bons episódios totalmente sem relação com a trama central da temporada, então a série tem muito potencial.

O 5º episódio dessa 3ª temporada de White Collar não tem absolutamente relação nenhuma com a trama da temporada em si. Ouso dizer que, não fosse ele o 5º, poderia muito bem ser colocado em qualquer outro momento da temporada.

Se na semana passada tivemos ao menos uma citação às obras roubadas, nesse nem isso. Mas isso não significa que o episódio tenha sido ruim.

Lembram que eu disse que é nessas horas que a gente vê uma boa série? Fazer uma season premiere ou uma season finale empolgante é relativamente fácil. Todas as séries fazem. Manter o espectador entretido num episódio como “Veiled Threat” exige um pouco mais dos roteiristas e produtores.

Um resumo do caso da semana: uma mulher que é investigada pelo FBI chega á Nova York. O motivo de ser investigada é que os seus 4 maridos morreram misteriosamente após casarem com ela. A unidade de Peter (Tim DeKay), Jones (Sharif Atkins), Neal (Matt Bommer) e Diana (Marsha Thomason) ficam com o caso. O modo de operação da mulher é sofisticado: ela e seu parceiro promovem um “leilão beneficiente de solteiros milionários”. Alguns homens vão lá, conversam com as mulheres e, no fim, as mulheres fazem um leilão por um encontro com o homem escolhido. É um sistema até que bem elegante já que, com certeza, ela sempre vai ganhar o leilão com quem ela escolher. Depois disso, ela seduz o milionário e chega a vez do parceiro agir: a função dele é assustar o homem com um “quase-acidente” pra que ele pense que o pior poderia acontecer. Nessa hora, a mulher diz que não quer o dinheiro dele e, se caso algo aconteça, ela sugere que a parte que seria pra ela do dinheiro vá para uma instituição de caridade. Instituição essa que é uma fachada, claro.

A Unidade de Crimes do Colarinho Branco decide participar do leilão e inscreve 3 de seus agentes lá, com o objetivo de ser “fisgado” pela mulher: Neal, Jones e Peter. Peter é o escolhido e então o caso começa a se desenrolar.

O episódio está muito engraçado. Eu ri muito com Peter no primeiro encontro, Neal mexendo no celular no encontro com as mulheres, praticamente todas as cenas com a Elizabeth (Tiffani Thiessen) e até o “primeiro encontro” entre Neal e Sarah (Hilarie Burton).

Se tivesse de resumir o episódio com uma só frase, diria: 40 minutos de entretenimento de qualidade, mas sem conexão nenhuma com a temporada. Mas é o suficiente, por ora.

Chegamos à metade dessa “meia-temporada” de White Collar. Devemos ter episódios até o dia 9 de Agosto, quando será exibido o, acredito, 10º episódio. Ele provavelmente terá um grande cliffhanger pra janeiro, quando a 3ª temporada continuará a ser exibida. Enquanto isso, fiquem com a promo do próximo episódio:

Pra saber o que aconteceu nos episódios anteriores:

Review | White Collar 3×01: “On Guard”

Review | White Collar 3×02: “Where There’s a Will”

Review | White Collar 3×03: “Deadline”

Review | White Collar 3×04: “Dentist of Detroit”


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