Review | Fringe 4×07: “Wallflower”

  Eder Augusto de Barros  |    terça-feira, 22 de novembro de 2011

Fringe entra agora num hiatus de 2 meses, e esperemos que volte assim como sua audiência, não podemos deixar a série morrer!

Nem bem voltou e Fringe já vai para um longo hiatus, volta dia 13 de Janeiro com o oitavo episódio desta quarta temporada. Nada podia ser pior do que essa pausa para Fringe, já as duas semanas que ficou fora foram devastadoras para audiência, essa semana a série bateu mais um recorde negativo, e agora fica quase 2 meses fora outra vez, bem, só nos resta tuitar #SaveFringe! Spoilers abaixo!

O que eu mais gosto em Fringe é a falta de oscilação entre os episódios, ela não varia episódios bons, com episódios medíocres e médios, ou ótimos, mantém aquele nível que está entre o bom e o ótimo, nunca passa muito disso, o que talvez, faça de Fringe a melhor série da atualidade e eu não sou louco por dizer isso, você sabe disso.

O episódio dessa semana, para não fugir a regra nesta quarta temporada, teve um “caso” com duplo significado emocional, isso se formos malucos o suficiente ao relacionar o caso com o final, porém em Fringe, eu não duvido de nada. Eugene é um rapaz que nasceu com uma rara doença genética nos pigmentos da pele, alguns dias depois do nascimento foi dado como morto, mas na verdade ele foi usando em experimentos por uma braço-empresa da Massive Dynamic, os experimentos consistiam em testar algum tipo de invisibilidade na pela humana, e a doença rara de Eugene permitia a realização do experimento. Agora mais velho o rapaz, está cansado de ser invisível e busca a cura, e para isso mata pessoas para conseguir retirar pigmentos da pele delas e aplicar na sua. Sim, é esse o caso, sim eu sei que é U-Gene de gene desconhecido, sim eu sei que parece sem graça e absolutamente.

Bem o rapaz queria que os outros enxergassem o que estava lá, mas estava invisível, ou seja, ele.

Nos entre-meios do episódio tivemos uma boa cena de Lee e Peter, quando o primeiro vai entregar os projector da máquina à Peter, em uma breve conversa, Peter fisga de Lee uma atração por Olivia, e deixa claro que não há nenhum problema nisso, que a Olivia “dele” não é aquela. E no fim presenteia Lee com um óculos novo, já havíamos reparado numa atração de Lee e Olivia antes, no quinto episódio se não estou em erro, em que ela o convida para jantar. Dessa vez o convite partiu do rapaz.

Olivia com uma personalidade bem diferente da antiga Olivia, aquela que o Peter chama de “sua”, está pronta para ir encontrar com Lee quando desmaia e é abordada por Nina Sharp e dois cientistas, com uma bela dose de Cortexiphan, mas afinal Walter, não era só em crianças que fazia efeito? Isso não fazia só efeito em crianças? Enfim, aqui está a prova cabal de que Nina sempre teve o carater que nós achavámos ter, e cá para mim, é tudo coisa do Bell, sempre foi.

Ester Eggs não faltaram neste episódio, no começo quando Olivia vai a farmácia buscar os remédios para dor-de-cabeça e encontra Lee na lanchonete, quando vemos em uma cena lateral estão dois quadros na parede com Glyph Codes, a borboleta e a margarida. Quando Eugene morre no elevador, após conversar com sua amada, podemos reparar que o elevador vai do 14º para o 12º andar direto, tal como aconteceu no vigésimo episódio da primeira temporada, que foi o Season Finale na ocasião, em que Olivia esta no elevador indo ao encontro de William Bell, e ao elevador passar diretamente do andar 14 para o 12, surgem umas pessoas do nada, e de repente ela está no WTC, curte o vídeo disso, momento remeber:

http://www.youtube.com/watch?v=8qfjMraEE7o

O Glyph Code dessa semana foi no mínimo surpreendente, foi uma das poucas vezes em que fui vendo o episódio e anotando ao mesmo tempo, e na quarta letra eu já estava fantasiando mil teorias, a palavra em questão é DAVID, uma rápida pesquisa na Wikipédia me diz que David é literalmente “querido” e “amado“, foi o segundo rei monarca de Israel retratado com um “rei bondoso mas com alguns defeitos“, fiquem a vontade para realizar suas teorias, eu vou na mais simples e óbvia de todas, apesar dos Glyph Codes nunca serem para o futuro, mas ainda assim eu vou nessa: David Robert Jones!

Eu ainda estou tentando montar uma completa teoria para ligar David, ZFT, Bíblia e os personagens, se eu chegar a uma conclusão volto aqui.

Promo do sétimo episódio: Back to Where You’ve Never Been (btw, nome legal \o/)

http://www.youtube.com/watch?v=bDGhVnBMwKw

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