Review | Fringe 4×20: “Worlds Apart”

  Eder Augusto de Barros  |    sábado, 19 de maio de 2012

O nome do episódio já diz tudo, Mundos Separados. Os roteiristas fizeram um grande trabalho com este episódio, conseguindo causar emoções em nós, fãs, e isso é o que vamos chamar de missão cumprida.

Worlds Apart - Fringe

Worlds Apart é um episódio que podemos literalmente chamar de divisor de águas, veio na mesma semana que foi confirmada a renovação da série, e quando já se dizia que o Season Finale teria dois finais diferentes. O que já deve ter refletido neste episódio.

O nome do episódio já diz tudo, Mundos Separados. Os roteiristas fizeram um grande trabalho com este episódio, conseguindo causar emoções em nós, fãs, e isso é o que vamos chamar de missão cumprida. É assim que dividem os homens dos meninos. Mostraram que Fringe não é uma série qualquer e sim uma das melhores do mercado, se não à melhor (não atirem às pedras ainda).

O episódio não foi brilhante, afinal, depois de Letters of Transit é muito difícil encaixar outro perfeito na sequência, mas o episódio deu para o gasto, cumpriu sua função e nos trouxe de volta personagens já conhecidos como Nick Lane que estava desaparecido desde à terceira temporada, quando Olivia reuniu algumas pessoas tratadas com Cortexiphan para ajudá-la a resgatar Peter no lado B.

O episódio mostra vários terremotos em diversos pontos do planeta que acontecem em simultâneo no lado A e B e a equipe descobre que Nick Lane é o causador desses terromotos, bom, para resumir, eles conseguem chegar até Lane, papo vai, papo vem, Nick conta onde encontrar David Robert Jones, e vamos todos para lá!

Numa cena completamente idiota e previsível, todo mundo já sabia que Lane tinha o poder de causar diferentes emoções nas pessoas e com isso conseguiu se livrar do seu único vigia e vazou dali. Completamente previsível, mesmo assim ele acaba capturado com Olivia usando seus super-poderes X-Men.

Mas essa não foi a solução para o problema dos terremotos que estavam fazendo com que os dois universos entrassem em colapso, a única solução era, desligar a máquina que tinha por função manter os dois universos ligados em um ponto comum desde que Peter à ligou no Season Finale da terceira temporada. Desligando a máquina os Universos voltariam a se separar, e teve de assim ser. A cena da separação foi de certa forma emocionante como descrevi no inicio.

Parece que toda a situação da máquina ajudar a salvar os mundos desmoronou nesse episódio, e ficou evidente que William Bell está por trás de tudo, e que David Robert Jones é nada mais que um pau-mandado.

O Glyph Code da semana era ALIVE, que pode ser ligado à Nick Lane, já que a última vez que o vimos ficamos sem saber seu status. Porém, como sou irresponsável e estou fazendo o review atrasado, também é completamente possível encaixar William Bell nessa.

E vocês o que acharam do episódio?

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