Review | Fringe 4×12: “Welcome to Westfield”

  Eder Augusto de Barros  |    domingo, 19 de fevereiro de 2012

Esse foi sem dúvida um dos melhores casos de sempre em Fringe, além da boa relevância para a história geral, teve o clima de apocalipse que deixa tudo mais apreensivo e charmoso.

Olivia, Peter e Walter em Westfield

Westfield é uma cidadezinha americana que fica em New Jersey, perto de Nova York. Com aproximadamente 30 mil habitantes. Um dia David Robert Jones resolveu que era legal fazer um crossover dos universos usando a cidade, só para ver se era divertido, acabar com uma cidade inteira.

Bem esse é o caso da semana, como sempre Peter tem a carta na manga e resolve a parada com 30 segundos de raciocínio, nenhuma novidade até então. O caso começava com as pessoas “enlouquecendo” pois as memórias delas faziam uma mistura com as memórias delas mesmas no Universo Alternativo. E isso só serviu para aguçar nossa curiosidade com o que acontecia com Olivia, que era praticamente o mesmo que os sobreviventes da cidade, tirando o fato de que, ela nunca esteve em Westfield antes.

O clima The Walking Dead do episódio foi um charme a parte, poucos recursos, Walter no campo que é uma coisa rara, e Olivia preocupada por estar com memórias trocadas, em certo momento ela até diz que parecia que havia outra pessoa em sua cabeça. A solução de Peter sobre o centro do furação foi interessante, e nova para os casos Fringe, e contribuiu para o clima de sobrevivência.

Engraçado como ultimamente os casos da quarta temporada tem se cruzado com temporadas anteriores, será propositado o excesso de Easter Eggs? Dessa vez foi a semelhança, e até citação do caso de Edina, também serviu para nos dar um gostinho de Olivia recuperando a memória no meio do episódio.

Achei esse um dos melhores casos de sempre em Fringe, além da boa relevância para a história geral, teve o clima de apocalipse que deixa tudo mais apreensivo e charmoso. Uma boa solução de Peter, diferente de tudo que estamos acostumados, onde o único objetivo foi salvar as pessoas e não pegar o vilão, casos em que o vilão saí impune sempre contribuem para a grande evolução da trama, traz o suspense, aquele vilão será sempre um suspeito ainda mais sendo quem é. Grandes atuações de Joshua Jackson e principalmente John Noble que a cada episódio é mais e mais esplêndido com Walter Bishop, já é o papel da sua vida.

Eu não sei quem inventou a história de lado C e D, eu nunca acreditei nesta teoria, para mim foi sempre o esquema da linha temporal, e realmente isso meio que se confirma no episódio, nada de C e D, aparentemente as memórias da Olivia de Peter estão sendo passadas para essa Olivia, o que talvez explique o Glyph Code dessa semana que é OLIVE, a nossa Olivia, a Olivia de Peter, aquela garotinha que foi tratada com Cortexiphan por Walter e Bell. Esse Glyph Code também pode ter algo relacionado ao episódio em que Bell esta dentro de Olivia, e ele e Peter tentam salvá-la dentro de suas memórias. Precisamente o episódio 19 da terceira temporada, intitulado Lysergic Acid Diethylamide. O Glyph Code naquele episódio foi FEARS, ou em português, MEDOS. Justamente o que Olivia sentiu neste episódio. Acho que viajei demais. =)

No fim do episódio, somos surpreendidos com um belo cliffhanger, principalmente para os fanboys do casal Olivia e Peter. Chegando a casa de Olivia, Peter é surpreendido com um jantar do Damiano, e um beijo, tal como fazia com sua Olivia, e assim acaba o episódio. Isto esta com cara de que o fim está próximo, e as notícias dessa semana só confirmam com o anúncio de que a partir do décimo sexto episódio começaremos a ter perguntas respondidas.

E você o que achou do episódio? #SaveFringe

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