Crytek defende os QTEs de Ryse: Son of Rome

Quem acompanhou a conferência da Microsoft na E3 2013, deve ter notado o gameplay de Ryse: Son of Rome, exclusivo para o Xbox One desenvolvido pela Crytek (mesma desenvolvedora de Crysis).

Ryse son of ROme

O game é uma mistura de Gears of War com God of War, colocando o jogador controlando um soldado do Império Romano. Porém, um fato um pouco desagradável chamou a atenção do público que via a conferência: a jogabilidade de Rome exibida pela Crytek estava repleta de QTEs (quick-time events, aquelas cenas onde é preciso apertar um botão que aparece na tela pra executar alguma ação).

Se a presença dos QTEs atrapalhou quem estava assistindo à demonstração, imagina quem efetivamente jogou a demo do game disponível na E3 2013? Poucos relatos da imprensa especializada foram positivos em relação à Ryse: Son of Rome, mas um em particular gerou mais murmurinhos por aí.

O Kotaku australiano divulgou sua impressão não-muito-positiva sobre Ryse e a Crytek se pronunciou publicamente para responder à algumas críticas feitas pela publicação e por outros jornalistas/entusiastas.

De acordo com a empresa, “jogadores novatos estarão aptos à curtir o jogo e aplicar lindas execuções ao apertar uma combinçaão de botões“. Porém, de acordo com a Crytek, “toda a profundidade do sistema de combate do jogo só poderá ser atingida com a execução dos botões de maneira perfeitamente cronometrada“.

A empresa ainda garantiu que o game terá cerca de 100 animações de “execução” (que são as animações especiais na hora de matar um inimigo) e que o bicho irá pegar de verdade no modo mais difícil de Ryse. Nesse modo, os botões simplesmente não aparecerão na tela e os jogadores terão de memorizar e “ler os movimentos corporais do protagonista” para saber qual botão apertar em qual momento.

Ryse: Son of Rome será um dos títulos de lançamento do Xbox One.

The Handmaid’s Tale – Review – 1ª Temporada

Começa numa perseguição de carro e continua numa perseguição a pé, uma família acuada tenta fugir de seus perseguidores se embrenhando na floresta, a tensão...

Agents of SHIELD – Review – 4° Temporada

Magnifica! É a primeira palavra que me vem à mente para descrever a série Agents of SHIELD, uma série que começou com uma pegada totalmente...

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final

Resident Evil 6 – O Capítulo Final, dirigido por Paul W. S. Anderson e levemente baseado no jogo de vídeo game do mesmo nome,  é...

Desventuras Em Série – Crítica – 1° Temporada

A quase 12 anos atrás, chegava ao cinema a adaptação de um dos maiores sucessos literários da história. “Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events”,...

Resenha de Como Tatuagem, de Walter Tierno

Walter Tierno é autor nacional, publicou dois livros pela Giz Editorial (Cira e o Velho e Anardeus – No Calor da Destruição) e agora, pela...

Resenha de Além-Mundos, de Scott Westerfeld

Scott Westerfeld é, atualmente, um dos escritores que considero consistentes a ponto de ler seus livros sem saber exatamente do que se tratam e ainda...