007: Operação Skyfall já arrecadou quase $900 milhões de dólares nas bilheterias mundiais

Leandro de Barros

  segunda-feira, 03 de dezembro de 2012

007: Operação Skyfall já arrecadou quase $900 milhões de dólares nas bilheterias mundiais

007: Operação Skyfall estreia no Japão, chega à $869 milhões de dólares arrecadados nas bilheterias mundiais e chega bem perto de bater $1 bilhão de dólares

Nesse final de semana, 007: Operação Skyfall estreou nos cinemas japoneses arrecadando cerca de $5,5 milhões de dólares. A estreia não foi necessariamente a melhor que o filme já teve, mas foi boa qconsiderando o padrão de estreias japonesas.

A parte divertida da novidade é que, com os dólares que entraram no caixa oriundos da Terra do Sol Nascente, 007: Operação Skyfall chegou à incrível marca de $869 milhões de dólares de arrecadação nas bilheterias mundiais, faltando só a bagatela de $131 milhões para o filme ser o primeiro longa do James Bond a lucrar $1 bilhão de dólares nas bilheterias.

Operação Skyfall ainda deve ficar um tempo nos cinemas japoneses antes de estrear na China, no ano que vem. Como nós já comentamos por aqui, o mercado chinês é bem aquecido e existem possibilidades reais do longa realmente bater a marca de $1 bilhão de dólares.

Enquanto isso, numa notícia relacionada, o cineasta Tom Hooper (de Os Miseráveis e O Discurso do Rei) disse em entrevista ao Collider que gostaria de dirigir um filme do agente especial com licença para matar.

Ah, eu certamente teria vontade de conversar sobre isso. A criança de 10 anos de idade dentro de mim pensaria que provavelmente não existe honra maior do que falar sobre isso. Acho que Barbara Broccoli e Michael Wilson [produtores da franquia] estão fazendo algumas escolhas realmente interessantes sobre quem eles usarão no momento, por isso eu acho que eles revigoraram a franquia d euma maneira brilhante“, falou Hooper.

Além de querer concorrer com Christopher Nolan por um cargo na direção da franquia, Hooper também disse topar assumir algum filme de super-herói.

Acho que eu sempre senti que tinha um tipo de cineasta épico escondido dentro de mim, tentando sair, e John Adams [minissérie dirigida por Hooper] foi a minha primeira oportunidade de meio que pintar um mundo em uma tela muito maior, e eu fiquei grato por isso. Mas, no fim, existe algo em um drama em quadrinhos que te fazer criar um mundo do zero e seguir fisicamente uma visão, o que eu acho que é excitante. Não sei, teremos de ver…“, comentou.


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